Mostrando postagens com marcador boa esperança. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador boa esperança. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de junho de 2010

Operação Calouro - DIA 05

Iniciou outro dia e lá estávamos nós zumbizando pela fazenda Boa Esperança. Mas era o último dia e isso elevava o moral de uma maneira de que só nós sabemos. Coisa de outro mundo!

O café da manhã foi bom e seguimos para a formatura às 6 horas. Esperamos o comandante do curso e do corpo de cadetes para as palavras finais da instrução, além da APA (análise pós ação). Tudo transcorria normalmente: destaques hasteando o Pavilhão Nacional, oração do guerreiro de selva e leis da guerra na selva. Tudo normal...

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Operação Calouro - Dia 04


05:15H - Alvorada! TFM!

06:00H - Depois do café fomos deslocados pelo comandante da subunidade (que é um cadete) para a região onde teríamos duas oficinas: espaldões e explosivos.

Logo quando chegamos foi realizada uma demonstração da utilização errada dos explosivos e as sua conseqüências para quem os manuseassem daquela maneira. Em um primeiro momento foi colocada uma espoleta dentro de uma laranja, o que demonstrava quando esse explosivo é segurado com a mão fechada. Ao detonar esse dispoitivo, foi demonstrado que nada sobrou. Nem o pó da laranja... depois, foi colocada uma espoleta idêntica apenas encostando na fruta e o resultado foi que, depois da explosão, a laranja havia estourado, mas não desaparecido como no caso anterior.

sábado, 5 de junho de 2010

Operação Calouro - Dia 03


05:20 -O dia começou e já sabíamos a nossa missão: patrulhar. Mas antes disso tínhamos o TFM e o café da manhã. O TFM foi bem diferente, poi foi um “cross” no Rio Alambari que nada mais foi do que correr pelo leito, tomando talo toda hora.

06:30 - Depois do cross, fomos para o rápido café (mais rápido do que fast food) e seguimos para a oficina de patrulha e vimos como seria o dia: corrido pra caramba.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Operação Calouro - DIA ZERO

Os preparativos para a Operação Calouro começaram há um bom tempo, mesmo ela ocorrendo somente na semana de instrução 12. Os kits (materiais obrigatórios) e a impermeabilização dos materiais já ocorria fazia tempo, visando não gastar o final de semana com essas tarefas chatas. As idas à MALZAC, loja de R$1,99 que safa os cadetes, já tinham voltado à rotina, algo que não fazia desde a FIT.


domingo, 22 de novembro de 2009

Henrique Lage

Depois do espadim, ainda restavam dois campos: Henrique Lage e Fit. Os calouros viviam falando que a Henrique Lage seria, na verdade, Henrique Light, bem tranqüilo e como se fosse um campo de calouros, sem babaquice tipo do básico de ficar sentando e levantando, subindo cota e indo pro talo (indo se molhar todo). Mas os afins falavam que foi o pior campo, já que os nerds do IME falaram no campo anterior ao deles que tinha sido "moleza", então no outro ano foi nada "moleza". O campo, pra variar, começou com o aprestamento individual na segunda-feira lá no parque do básico. Depois, rolou o almoço e todos esperavam o comandante do curso para as palavras inciais. Tudo igual aos primeiros campos. Depois, todos entraram em coluna de marcha e seguimos para a famosa Boa Esperança, que de boa tem nada, numa marcha de 8km por dentro do campo de instrução da academia. As diferenças dos calouros começaram aí, pois a Henrique Lage deles foi mais perto da ala (onde dormimos) perto da PCL (Pista de Combate Localizado). Odeio fazer marcha, é um saco, mas até foi bem tranqüila, uma vez que choveu de leve e deixou o clima de Hellsende (a cidade dos infernos) mais ameno e nem senti a marcha. Ao chegarmos, foi dada a ordem de se montar os ponchos barraca em dupla, já que não haveria barracas de praças, como é de costume. Pra montar é bem anti-burro, é só colocar um poncho no outro e colocar as estacas. Terminada a montagem começaram as oficinas e os tenentes avisaram que seria dado mais ênfase à orientação. A primeira oficina foi a orientação noturna azimute-distância que eu achei uma porcaria, pois ninguém conseguia achar os pontos. Lá pela 1 da manhã acabou a oficina e fomos torar (dormir) e que tora!! Passei a noite no poncho, muito felpudo (confortável) e foi uma das minhas melhores noites na Boa Esperança: poncho seco + saco de dormir + isolante + felpa (comida extra que poderia levar). Quer mais? Os dias foram passando e muitas instruções com orientação, até chegar a famosa "Volta ao mundo" que é uma orientação carta-terreno gigante, alguns falaram que chegava a ter 15km para andar, equipado com mochila, capacete, fuzil e tudo que tem direito. Começava de manhã cedo e só terminava de noite, então dá pra ter a noção da brincadeira. Achei muito interessante a orientação, mas PQP, andei muito, muito e muito. Dei sorte que eu e meu canga (dupla) sabíamos muito sobre orientação e não nos perdemos e só erramos um ponto. Fomos rápido, já que aqueles que chegassem antes do tempo previsto, seriam liberados para a tora ou o que quisesse. Mas, como erramos um ponto tivemos que voltar para achá-lo. Nos outros dias as melhores oficinas foram: tiro de metralhadora de mão Beretta 9mm e lançamento de granada de bocal. Lançamento de Granada de Bocal: E a pior, sem sombra de dúvidas: progressão diurna, tendo que subir uma cota gigante, depois de ter feito toda a pista. No mais, o campo foi tranqüilo e com muito pouca babaquice, diferente dos campos do básico e as oificinas exigiam bom preparo intelectual.