As Olimpíadas Acadêmicas são uma competição realizada dentro da AMAN entre os cursos. O Curso Básico enfrenta o Avançado e as Armas, Quadro e Serviço competem entre si, sempre com o objetivo de unir os cadetes de anos diferentes e criar um ambiente diferenciado, com visitações de familiares e venda de artigos militares durante o intervalo dos jogos.
O mais interessante é que os atletas do curso podem ser chamados para competirem pela AMAN e, para isso, terão um treinamento diferenciado durante todo o ano, visando à vitória na NAVAMAER, competição entre as Forças do nosso Brasil.
Outro ponto interessante é a total descontração entre as torcidas, pois o ambiente rígido, rotina no meio militar, é quebrado pelas brincadeiras da torcida. O Material Bélico leva seu Patolino e faz suas zoações da famosa "sociedade alternativa", a Cavalaria anda sempre com seu Jhonny Walker e suas canções pouco militares, a Infantaria trás o Palhaço Flexão e o Monstro, o Básico tem seus bichos (fantasias) que sempre fazem suas besteiras na quadra e por aí vai...
Já para quem precisa comprar seus equipamentos militares (camelback, fardo aberto, mochila etc) consegue barganhar bastante nas barracas dos cursos e nas paisanas que vendem por lá. Mas, esse ano foi meio chato, pois o preço de tudo havia aumentado bastante e o que era bom e barato acabou muito rápido. Mas mesmo assim deu para economizar. Só para comparar: um coturno extra-leve Atalaia custa, em média, R$75 nas lojas e lá era encontrado por R$45.
Então, abaixo seguem alguns vídeos para terem maior noção das Acadêmicas.
Carga acadêmica, Curso de Cavalaria:
Aqualoucos, no intervalo da natação:
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sexta-feira, 2 de abril de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Preciso lavar minhas roupas?
É normal, em casa, nem nos preocuparmos com as roupas sujas, já que normalmente temos nossas mães ou as empregadas domésticas que cuidam dessas tarefas corriqueiras. Mas, chegando à EsPCEx, algumas coisas mudam: não há mãe, nem empregada.
E agora, o que fazer? Aquele alunobizonho que acaba de chegar à EsPCEx vai ter de aprender a lavar as roupas e fazer essas tarefas domésticas?
Aí, dependerá muito do seu interesse. Nos banheiros dos alojamentos existem umas máquinas de lavar roupa que, com um pouco de força e jeito, funcionam muito bem. Está certo que algumas (a maioria) não estão funcionando tão bem, mas é possível utilizá-las, entrando em uma fila para que todos possam lavar suas roupas.
No começo do ano na PREP, assim como na AMAN, é normal rolar muito sanhaço, devido à diferença de vida e à necessidade de adaptar-se à rotina militar e, por isso, os finais de semana servem apenas para torar (dormir) e repor as energias, além de tirar o famoso serviço.
Para sanar esse problema, é oferecido aos militares um sistema de lavadeiras profissionais. São pessoas que se cadastram junto à Escola e tem a possibilidade de oferecer os seus serviços. Há um contrato feito entre o militar e quem oferece o serviço e tudo funciona normalmente.
Na EsPCEx eram três vezes na semana (que, no final do ano, passou para dois) a entrega de roupa suja e o recebimento da roupa lavada, sempre após o expediente. Os preços variavam de acordo com a qualidade de cada lavadeira, além de serviços extras, como entregas em horários diferenciados. Algumas cobravam R$50 e outras já queriam por volta de R$70.
Já na AMAN há muito mais lavadeiras, proporcionalmente ao número de cadetes, e elas vão buscar as roupas sujas e entregar as limpas todos os dias, algumas inclusive aos sábados e aos domingos. A qualidade do serviço é muito superior à da EsPCEx, pois os cadetes são mais exigentes quanto à limpeza, além de existiram outras oferecendo o serviço para, em caso de insatisfação, mudar de lavadeira. O preço é mais salgado, mas nada muito diferente da PREP: R$60, mas existem outras que são mais caras.
Para quem não sente tanta falta de lavadeiras e não quer o comodismo de ter todos os dias as lavadeiras pegando suas roupas, pode optar pela Lavanderia Acadêmica que é da própria AMAN e cobra o excelente preço de R$0,01 por mês - que, na verdade, nem é cobrado.
Muitas pessoas desistem de utilizar a Lavanderia Acadêmica, pois todos são obrigados a marcar as roupas com o número do cadete e preencher um papel (rol) informando todas as peças (e quantidades) que serão lavadas.Outro ponto é a proibição de lavar roupas civis, sendo autorizado, portanto, apenas roupas militares (uniformes, fardas, abrigos), roupa de cama e peças íntimas.
Como são lavadas várias roupas, o processo não é tão "cuidadoso" como das lavadeiras e é comum alguma roupa estragar, principalmente quando já estão muito velhas, mas o serviço é de primeira e, diferentemente das lavadeiras civis, é rara a questão de sumir roupas ou serem trocadas.
Eu nunca usei a Lavanderia Acadêmica, mas conheço várias pessoas que usam e recomendam.
E agora, o que fazer? Aquele aluno
Aí, dependerá muito do seu interesse. Nos banheiros dos alojamentos existem umas máquinas de lavar roupa que, com um pouco de força e jeito, funcionam muito bem. Está certo que algumas (a maioria) não estão funcionando tão bem, mas é possível utilizá-las, entrando em uma fila para que todos possam lavar suas roupas.
No começo do ano na PREP, assim como na AMAN, é normal rolar muito sanhaço, devido à diferença de vida e à necessidade de adaptar-se à rotina militar e, por isso, os finais de semana servem apenas para torar (dormir) e repor as energias, além de tirar o famoso serviço.
Para sanar esse problema, é oferecido aos militares um sistema de lavadeiras profissionais. São pessoas que se cadastram junto à Escola e tem a possibilidade de oferecer os seus serviços. Há um contrato feito entre o militar e quem oferece o serviço e tudo funciona normalmente.
Na EsPCEx eram três vezes na semana (que, no final do ano, passou para dois) a entrega de roupa suja e o recebimento da roupa lavada, sempre após o expediente. Os preços variavam de acordo com a qualidade de cada lavadeira, além de serviços extras, como entregas em horários diferenciados. Algumas cobravam R$50 e outras já queriam por volta de R$70.
Já na AMAN há muito mais lavadeiras, proporcionalmente ao número de cadetes, e elas vão buscar as roupas sujas e entregar as limpas todos os dias, algumas inclusive aos sábados e aos domingos. A qualidade do serviço é muito superior à da EsPCEx, pois os cadetes são mais exigentes quanto à limpeza, além de existiram outras oferecendo o serviço para, em caso de insatisfação, mudar de lavadeira. O preço é mais salgado, mas nada muito diferente da PREP: R$60, mas existem outras que são mais caras.
Para quem não sente tanta falta de lavadeiras e não quer o comodismo de ter todos os dias as lavadeiras pegando suas roupas, pode optar pela Lavanderia Acadêmica que é da própria AMAN e cobra o excelente preço de R$0,01 por mês - que, na verdade, nem é cobrado.
Muitas pessoas desistem de utilizar a Lavanderia Acadêmica, pois todos são obrigados a marcar as roupas com o número do cadete e preencher um papel (rol) informando todas as peças (e quantidades) que serão lavadas.Outro ponto é a proibição de lavar roupas civis, sendo autorizado, portanto, apenas roupas militares (uniformes, fardas, abrigos), roupa de cama e peças íntimas.
Como são lavadas várias roupas, o processo não é tão "cuidadoso" como das lavadeiras e é comum alguma roupa estragar, principalmente quando já estão muito velhas, mas o serviço é de primeira e, diferentemente das lavadeiras civis, é rara a questão de sumir roupas ou serem trocadas.
Eu nunca usei a Lavanderia Acadêmica, mas conheço várias pessoas que usam e recomendam.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Diversão no Hopi Hari
Logo após a época de adaptação, é normal o ritmo diminuir dentro da Escola, até devido à rotina de aulas e instruções, e, conseqüentemente, há maior tempo livre nos finais de semana para se divertir pela cidade, aproveitando o que tem de bom.
Uma dessas atividades boas é a visitação ao Hopi Hari, grande parque de diversões e um dos maiores do país, que fica localizado na cidade de Vinhedo (região metropolitana de Campinas), e tem uma excelente estrutura com diversos brinquedos, restaurantes, lanchonetes e até hotel.
Para facilitar a vida dos alunos, o GRL (Grêmio Recreativo e Literário) organiza essa visitação, de modo que o preço fique menor e o deslocamento seja facilitado, evitando perda de tempo no final de semana com ônibus e transporte, além de ninguém ficar perdido, visto que poucos sabem andar por toda a cidade. Assim, o GRL compra uma quantidade de ingressos antecipados e, logicamente, consegue um preço mais acessível para todos.
Quando eu fui, o grande problema eram as filas quase intermináveis. Existiam brinquedos (como a montanha russa de madeira) que a fila demorava cerca de 2 horas e o brinquedo só dura 5 minutos. Para isso, existem alguns "fura-fila" especiais: são cartões que o parque vende e, com isso, a pessoa pode passar na frente e utilizar uma fila própria com muito menos pessoas.
Como os ônibus chegam ao parque muito cedo (praticamente somos os primeiros a chegar) o bizu é correr até os melhores brinquedos: montanha russa de maneira, torre Eiffel e montanha russa de looping. Tem o "jeito carioca" de furar fila e fingir que está tudo normal, mas se for pego, não reclame!
Para quem tem namorada o bizu é ficar em um hotel durante o final de semana e aproveitar para levá-la para essa visita, visto que o GRL vende quantos ingressos (passaportes) o aluno decidir. Lembro que meu canga ("vizinho" no alojamento) combinou de ficar em um hotel no centro da cidade e, como outros também fizeram, foram em conjunto de ônibus para o Hopi Hari e curtiram o final de semana com a amada.
Para quem não possui namorada, o melhor a fazer é curtir com o pessoal. Alguns, para não gastarem tanto, levaram um pequeno bornal (mochila) com comida e água, já que no parque é tudo muito caro e, assim, conseguiram curtir gastando quase nada.
Os custos foram, de mais ou menos, R$50 por cabeça: R$45 de passaporte e R$5 do ônibus (alugado pelo GRL). Mas vale lembrar que algumas atrações são pagas, pois não estão incluídas no pacote do Hopi Hari. Umas são bem caras, mas aí vai de cada um decidir se vale a pena ou não.
Para quem vai com família e namorada, é mais interessante consultar a Caprioli que tem ônibus o dia inteiro para o parque:
Empresa Responsável : Caprioli / Lira
Campinas: (019) 3734-6067, 3234-1000 e 3234-5505.
Para quem deseja ver o mapa do Parque: http://www.hopihari.com.br/mapa/mapao.aspx
E o site do Parque: www.hopihari.com.br
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Diminuir custos para visitar a família: Ônibus Especial.
Grande parte das pessoas que cursam a EsPCEx não moram próximas às casa dos pais e, é evidente, que esses alunos tem a vontade de, nos feriados prolongados, visitar a família, pagar um embuste e descansar a mente, mas as passagens de ônibus e avião assustam os bolsos.
É normal ver passagens para cidades próximas, como Rio de Janeiro, bastante caras nos guichês da rodoviária o que impede uma parcela dos alunos de visitarem a família com freqüência. Outro grande problema é o horário em que os ônibus costumam sair e regressar à rodoviária de Campinas. Ou eles saem muito cedo e há grande risco de perder a passagem ou saem muito tarde e perde-se uma boa parte do feriado.
Quando se fala em avião, esses problemas são ainda maiores: passagens caras, aeroporto longe, horários incompatíveis.
E agora, o que fazer? Ficar no alojamento?
Na EsPCEx existe um grêmio (Grêmio Recreativo Literário - GRL) que tem como finalidade auxiliar os estudantes na centralização de compras, festa de formatura, representação da Escola e em contratos de serviços. Um dos serviços é a locação de ônibus leitos para as viagens.
Em vez do GRL colocar um lucro sobre o valor final das viagens, ele junta todos os interessados nas passagens e verifica quantos ônibus serão necessários para cada localidade. Logicamente, quanto mais ônibus, melhor o preço.
Para que possam ocorrer esses ônibus (chamados de "Especiais") há necessidade de uma quantidade mínima para, ao menos, formar micro-ônibus. A lista é feita por ordem de chegada: quem procurar o diretor de transportes mais rápido, tem preferência. Por exemplo, se houver 45 vagas em um ônibus, os 45 primeiros a assinar a lista estarão dentro e o restante deve esperar formar mais ônibus, como se fosse um cadastro de reserva.
Depois, todos pagam para o diretor de transportes ou para o furriel (responsável pelo dinheiro) da companhia, que repassa os valores para a empresa de transporte.
Os ônibus não são "pau-de-arara", são leitos com ar-condicionado e água, bastante confortáveis. Também há DVD e telvisões, além do banheiro.
Na AMAN é um pouco diferente. Na Academia existem uma Sociedade Acadêmica Militar (SAM) que possui sistema informatizado em que cada cadete tem a sua senha e se inscreve pelos computadores da SAM, que ficam próximos ao Pátio em uma sala. O bom desse sistema é a possibilidade de verificar, a qualquer momento, se o ônibus fechou ou não, além de poder desistir da viagem.
As passagens saem pela metade do preço (as vezes até menos). Lembro de uma viagem que fiz para o RJ e saiu por R$85. Se fosse fazê-la pela rodoviária, sairia por R$150, no mínimo.
Outro fator positivo desses ônibus é que eles saem de dentro da Organização Militar e voltam para dentro dela, evitando gastos com táxi, além de ampliar o tempo em casa, já que saem logo após a liberação e voltam quase no limite da apresentação.
Mas, para que possa fazer parte desses grêmios, é necessário pagar uma mensalidade, que darão outros benefícios (cópias mais baratas, descontos em lanchonetes...).
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Hotel para a solenidade de entrada dos portões
Sei que ainda falta muito...
Mas antecipem-se para reservar hotel em Campinas para a Solenidade de Entrada dos Portões, já que chegam pessoas de vários locais do brasil e os hotéis que ficam próximos à EsPCEx costumam ficar sem vagas para essa festa, restando pagar mais caro e, muitas vezes, por locais mais distantes, o que dificulta bastante, ainda mais quando não se conhece a cidade e está sem carro.
Para quem mora em cidades maiores, há excursões feitas para essa solenidade e, não raramente, há planos de transporte junto com o hotel por preços muito bons. Eles costumam sair de locais já definidos e, no dia da solenidade, deixam a família dentro da EsPCEx, o que ajuda muito.
Mas, para quem vai de carro ou não quer usar as excursões, é bom já reservar algum quarto em hotel e, aproveitando a baixa procura atual, negociar preços e descontos. Se você conhece mais gente que, ainda, não reservou a hospedagem, junte um grupo para negociar os preços.
Próximo à EsPCEx existem 2 hotéis (dentro muitos outros) que possuem uma boa estrutura e são próximoas à rodoviária e a Escola, diminuindo os custos e tempo gastos nesses percursos.
Eu indico dois hotéis: Opala Avenida e Place. O primeiro é mais requintado, com conforto excelente e bem no centro da cidade, com ponto de táxi logo à fente do hotel (na calçada). À frente do Opala, existe o Place que tem muito conforto, mas o preço é menor, pois é menos "requintado", mas nada que tire o conforto. Outro Hotel bem interessante é o Villas Boas que é muito próxima a EsPCEx e também confortável.
Esses hotéis indicados são, em média, a 4km da EsPCEx e uns 3km, no máximo, da nova rodoviária. Só pra esclarecer, há duas rodoviárias em Campinas. A antiga (que fica na Avenida Andrade Neves) e a nova rodoviária (Terminal Multimodal Ramos de Azevedo). Os ônibus interestaduais e intermunicipais costumam parar na nova e os para a região metropolitana (Paulínea, Jaguariúna, Valinhos, Vinhedo) param ao lado da antiga.
O preço médio do táxi para os hotéis indicados.
Aeroporto Viracopos - Hotel: R$50
Rodoviária - Hotel: R$15
Hotel - EsPCEx R$15
Endereços:
http://www.villasboashotel.com.br/
http://www.hotelopalaavenida.com.br
http://www.placehotel.com.br/
Para procurar outros hotéis de sua preferência: http://www.hotel-campinas.com
E para verificar os trajetos para não ficar perdido: http://maps.google.com.br/
Mas antecipem-se para reservar hotel em Campinas para a Solenidade de Entrada dos Portões, já que chegam pessoas de vários locais do brasil e os hotéis que ficam próximos à EsPCEx costumam ficar sem vagas para essa festa, restando pagar mais caro e, muitas vezes, por locais mais distantes, o que dificulta bastante, ainda mais quando não se conhece a cidade e está sem carro.
Para quem mora em cidades maiores, há excursões feitas para essa solenidade e, não raramente, há planos de transporte junto com o hotel por preços muito bons. Eles costumam sair de locais já definidos e, no dia da solenidade, deixam a família dentro da EsPCEx, o que ajuda muito.
Mas, para quem vai de carro ou não quer usar as excursões, é bom já reservar algum quarto em hotel e, aproveitando a baixa procura atual, negociar preços e descontos. Se você conhece mais gente que, ainda, não reservou a hospedagem, junte um grupo para negociar os preços.
Próximo à EsPCEx existem 2 hotéis (dentro muitos outros) que possuem uma boa estrutura e são próximoas à rodoviária e a Escola, diminuindo os custos e tempo gastos nesses percursos.
Eu indico dois hotéis: Opala Avenida e Place. O primeiro é mais requintado, com conforto excelente e bem no centro da cidade, com ponto de táxi logo à fente do hotel (na calçada). À frente do Opala, existe o Place que tem muito conforto, mas o preço é menor, pois é menos "requintado", mas nada que tire o conforto. Outro Hotel bem interessante é o Villas Boas que é muito próxima a EsPCEx e também confortável.
Esses hotéis indicados são, em média, a 4km da EsPCEx e uns 3km, no máximo, da nova rodoviária. Só pra esclarecer, há duas rodoviárias em Campinas. A antiga (que fica na Avenida Andrade Neves) e a nova rodoviária (Terminal Multimodal Ramos de Azevedo). Os ônibus interestaduais e intermunicipais costumam parar na nova e os para a região metropolitana (Paulínea, Jaguariúna, Valinhos, Vinhedo) param ao lado da antiga.
O preço médio do táxi para os hotéis indicados.
Aeroporto Viracopos - Hotel: R$50
Rodoviária - Hotel: R$15
Hotel - EsPCEx R$15
Endereços:
http://www.villasboashotel.com.br/
http://www.hotelopalaavenida.com.br
http://www.placehotel.com.br/
Para procurar outros hotéis de sua preferência: http://www.hotel-campinas.com
E para verificar os trajetos para não ficar perdido: http://maps.google.com.br/
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Quanto um cadete ou aluno ganham?
Dá pra perceber que muita gente procura saber quanto um cadete e um aluno ganham. Há na internet várias tabelas especificando o soldo desses militares, mas há erros, uma vez que alguns só colocam o soldo e outros já imbutem o famoso adicional e aí começam as dúvidas.
Tá, mas como saber qual é a real? Bem simples, se você deseja saber qual é o valor real que um cadete ganha, basta olhar o seu comprovante mensal de renda, que é mais conhecido como Contracheque.
Tá, mas como saber qual é a real? Bem simples, se você deseja saber qual é o valor real que um cadete ganha, basta olhar o seu comprovante mensal de renda, que é mais conhecido como Contracheque.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Qual o melhor meio para se comunicar com a família?
Quem mora longe sabe muito bem: a saudade aperta. Para conseguir diminuir esse problema, nada melhor que conversar com os familiares, trocar umas idéias com a namorada e com os amigos. Mas, como fazer isso e gastar pouco dinheiro? Quando isso é possível?
Uma das maneiras é utilizar as salas 2000 que ao todo são três. Elas são como uma lan-house dentro da Escola, que serve para realizar os trabalhos, acessar o site interno, usar programas para estudos e, também, o MSN, orkut e a internet como um todo.
Os pontos positivos são o preço, que não existe por ser de graça e por ser dentro da Prep, o que pode ser utilizada todos os dias nos horários livres (após as aulas) até às 23h, quando a internet é retirada do ar.
Mas, há contras: o sistema operacional é o Linux (Unbuntu). Não que ele seja ruim, mas cada aluno tem seu código de acesso e um espaço virtual para utilizar. É proibido instalar programas para conversas instantâneas, então, deve-se usar os programas da internet, entre eles tem o E-buddy, Web Messenger e outros. O chato é não poder utilizar a webcam, conversas por voz e mais uma firulas. Outro incômodo é a sala estar lotada, o que é bastante comum.
Também existe o orelhão. Em toda as Cia. têm alguns para os alunos utilizarem, alguns até possuem uma cabine de madeira em volta que isola, um pouco, os barulhos e dá uma melhorada. Também, existem na STFM (Seção de Treinamento Físico Militar) e próximo à cantina. Mas, o crédito vai muito rápido. A pessoa fala quase nada e já acaba o dinheiro.
Não é bizu comprar os cartões telefônicos em loja próximas à Escola e muito menos lá dentro, pois costumam ser mais caros. Nas lojas da Telefônica (existem uma perto da rodoviária, na Rua 13 de Maio) e os cartões são uns 40% mais barato o que dá uma baita ajuda.
Outro jeito é usar as lan house. Têm duas perto da Prep, uma logo na frente da Capela e outra mais acima, perto do Castelo (calma, você saberá onde é esse negócio). No começo do ano elas ficavam lotadas e, ainda, ficam muito!! O preço é, mais ou menos, de R$4 a hora. É bom, pois fica muito mais barato falar uma hora pelo computador do que pelo orelhão. O ruim mesmo é quando tem que esperar umas 2 horas para pegar algum PC livre.
Para quem já possui notebook tem maneiras mais fáceis. A Tim, Vivo e outras empresas vendem internet móvel. Na Vivo e Claro custam R$100 por mês e sem limite de download. É bom pra caramba, pois pode-se utilizar em todos os lugares da escola. Lógico que a velocidade não é lá essas coisas, mas dá pra usar fácil. Meus amigos fazem download a 30kbps, algo razoável.
Outro método pra quem não tem notebook ou, então, fala muito com os parentes é o Nextel. Ele é um rádio/celular e tem vários planos. Não precisa ter o aparelho, pois a empresa aluga (e ainda tem seguro). Cada linha do plano que não paga o rádio sai por R$82. De rádio para rádio ele é de graça e as outras ligações são pagas normalmente, mas com tarifas mais baratas que das concorrentes.
O incômodo é ter de possuir duas linhas, por exemplo, o aluno e a namorada e, cada um, pagar R$82. Mas, o negócio é cômodo pra caceta! Dois cangas meus usam esse sistema e ficam conversando horas por dia e só pagam R$82, pois suas namorada também possuem o aparelho.
Bem, é isso aí.
Se eu lembrar outros, eu aviso.
Postei isso, pois eu morria de medo de como falar com meus parentes e matar a saudade e garanto que muitos também possuem essa dúvida.
Uma das maneiras é utilizar as salas 2000 que ao todo são três. Elas são como uma lan-house dentro da Escola, que serve para realizar os trabalhos, acessar o site interno, usar programas para estudos e, também, o MSN, orkut e a internet como um todo.
Os pontos positivos são o preço, que não existe por ser de graça e por ser dentro da Prep, o que pode ser utilizada todos os dias nos horários livres (após as aulas) até às 23h, quando a internet é retirada do ar.
Mas, há contras: o sistema operacional é o Linux (Unbuntu). Não que ele seja ruim, mas cada aluno tem seu código de acesso e um espaço virtual para utilizar. É proibido instalar programas para conversas instantâneas, então, deve-se usar os programas da internet, entre eles tem o E-buddy, Web Messenger e outros. O chato é não poder utilizar a webcam, conversas por voz e mais uma firulas. Outro incômodo é a sala estar lotada, o que é bastante comum.
Também existe o orelhão. Em toda as Cia. têm alguns para os alunos utilizarem, alguns até possuem uma cabine de madeira em volta que isola, um pouco, os barulhos e dá uma melhorada. Também, existem na STFM (Seção de Treinamento Físico Militar) e próximo à cantina. Mas, o crédito vai muito rápido. A pessoa fala quase nada e já acaba o dinheiro.
Não é bizu comprar os cartões telefônicos em loja próximas à Escola e muito menos lá dentro, pois costumam ser mais caros. Nas lojas da Telefônica (existem uma perto da rodoviária, na Rua 13 de Maio) e os cartões são uns 40% mais barato o que dá uma baita ajuda.
Outro jeito é usar as lan house. Têm duas perto da Prep, uma logo na frente da Capela e outra mais acima, perto do Castelo (calma, você saberá onde é esse negócio). No começo do ano elas ficavam lotadas e, ainda, ficam muito!! O preço é, mais ou menos, de R$4 a hora. É bom, pois fica muito mais barato falar uma hora pelo computador do que pelo orelhão. O ruim mesmo é quando tem que esperar umas 2 horas para pegar algum PC livre.
Para quem já possui notebook tem maneiras mais fáceis. A Tim, Vivo e outras empresas vendem internet móvel. Na Vivo e Claro custam R$100 por mês e sem limite de download. É bom pra caramba, pois pode-se utilizar em todos os lugares da escola. Lógico que a velocidade não é lá essas coisas, mas dá pra usar fácil. Meus amigos fazem download a 30kbps, algo razoável.
Outro método pra quem não tem notebook ou, então, fala muito com os parentes é o Nextel. Ele é um rádio/celular e tem vários planos. Não precisa ter o aparelho, pois a empresa aluga (e ainda tem seguro). Cada linha do plano que não paga o rádio sai por R$82. De rádio para rádio ele é de graça e as outras ligações são pagas normalmente, mas com tarifas mais baratas que das concorrentes.
O incômodo é ter de possuir duas linhas, por exemplo, o aluno e a namorada e, cada um, pagar R$82. Mas, o negócio é cômodo pra caceta! Dois cangas meus usam esse sistema e ficam conversando horas por dia e só pagam R$82, pois suas namorada também possuem o aparelho.
Bem, é isso aí.
Se eu lembrar outros, eu aviso.
Postei isso, pois eu morria de medo de como falar com meus parentes e matar a saudade e garanto que muitos também possuem essa dúvida.
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