Faltam poucos dias para as provas, agora muitos candidatos ficam na dúvida de como seguir os estudos, visto que sempre restam algumas dificuldades e são necessários os acertos para chegar na prova e conseguir superá-la.
A forma mais fácil para esses 10 dias finais é seguir estudando aquilo que se tem dificuldades e, principalmente, revisando toda a matéria com exercícios voltados para a prova. Resolver questões de concursos anteriores é uma ótima alternativa para reavivar as matérias e ver como são cobradas as matérias.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 21 de agosto de 2010
É bom ser atleta no Exército?
Ser atleta no Exército eu não posso opinar, mas na AMAN e na EsPCEx é muito interessante, pois há diversos benefícios para essa "classe" de cadetes, além de ter um treinamento totalmente voltado ao esporte com o horário do TFM (treinamento físico militar) direcionado à pratica do desporto.
Para ser atleta, é necessário passar por uma "peneira" realizada todos os anos. Os melhores militares são selecionados parar participarem de treinamento das equipes e, assim, tem a oportunidade de melhorar o desempenho para as futuras seleções.
É importante lembrar que não são apenas os melhores tempos ou aqueles que mais se destacam que integram as equipes. Alguns "piruam" (vão lá dar a cara) para participarem das equipes para, no decorrer dos treinos, mostrarem suas qualidades.
As equipes tem viagens para diversos locais do Brasil, a fim de participar de eventos esportivos e ganhar uma bagagem nas competições, elevando o nível dos competidores da NAVAMAER (competição entre os cadetes da Marinha, Exército e Aeronáutica).
Entre essas viagens, posso citar algumas desse ano:
- Rio de Janeiro (EsEFEx);
- Campinas (EsPCEx);
- Interior de SP;
- SP Capital;
Nessas viagens, como para o RJ, a estada é na famosa EsEFEx (Escola de Educação Física do Exército) à beira da praia e muito bem localizada na cidade, com mordomias de fazer inveja em diversos hotéis cariocas.
Tirando esse grande bizu de conhecer novos locais, os atletas não tiram serviço durante os finais de semana e não podem tirar alguns serviços que atrapalhem seus treinos. Quer mais bizu do que esse?
Para quem se interessa, as equipes são:
- Esgrima;
- Orientação;
- Karatê;
- Judô (dizem que sairá da NAVAMAER);
- Pentatlo Militar;
- Esgrima;
- Voleibol;
- Futebol;
- Basquete;
- Atletismo;
- Natação;
- Polo.
Para ser atleta, é necessário passar por uma "peneira" realizada todos os anos. Os melhores militares são selecionados parar participarem de treinamento das equipes e, assim, tem a oportunidade de melhorar o desempenho para as futuras seleções.
É importante lembrar que não são apenas os melhores tempos ou aqueles que mais se destacam que integram as equipes. Alguns "piruam" (vão lá dar a cara) para participarem das equipes para, no decorrer dos treinos, mostrarem suas qualidades.
As equipes tem viagens para diversos locais do Brasil, a fim de participar de eventos esportivos e ganhar uma bagagem nas competições, elevando o nível dos competidores da NAVAMAER (competição entre os cadetes da Marinha, Exército e Aeronáutica).
Entre essas viagens, posso citar algumas desse ano:
- Rio de Janeiro (EsEFEx);
- Campinas (EsPCEx);
- Interior de SP;
- SP Capital;
Nessas viagens, como para o RJ, a estada é na famosa EsEFEx (Escola de Educação Física do Exército) à beira da praia e muito bem localizada na cidade, com mordomias de fazer inveja em diversos hotéis cariocas.
| EsEFEx na Urca |
Para quem se interessa, as equipes são:
- Esgrima;
- Orientação;
- Karatê;
- Judô (dizem que sairá da NAVAMAER);
- Pentatlo Militar;
- Esgrima;
- Voleibol;
- Futebol;
- Basquete;
- Atletismo;
- Natação;
- Polo.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Todo refrigere é válido.
Só quem passou pela AMAN sabe: todo refrigere é válido.
Refrigere na nossa linguagem é uma "escapada" da bolha (aman) para refrigerar a mente, ver coisa novas e renovar as baterias.
No primeiro ano e na EsPCEx eu pensava muito antes de viajar ou fazer alguma coisa. Sempre olhava a minha conta bancária e pensava umas dez vezes antes de gastar um dinheiro para esses "refrigeres".
sábado, 14 de agosto de 2010
Os serviços na EsPCEx.
Recebi alguns e-mails sobre os tipos de serviço que ocorrem na EsPCEx e esse post é justamente para isso.
Para quem não sabe, há diversos serviços na EsPCEx e que os alunos realizam. A função principal é instruir o futuro oficial e mostrar o que os seus subalternos passarão, fazendo com que ele saiba o que deve exigir. Outra função dos serviços é manter a Escola segura, limpa e funcionando de maneira organizada.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
E as namoradas?
Sei que muitos só pensam em papirar para poder passar no concurso da EsPCEx, algo extremamente positivo e normal para os famosos "concurseiros", e acabam por deixar as namoradas de lado, só cuidando das garotas nos tempos livres ou naquela rotina de cursinho quando o sortudo fica com alguém de lá.
Mas e depois de passar na prova? E a distância? Vai acabar o namoro?
domingo, 23 de maio de 2010
Depende do oficial-de-dia
Era pra ser mais um domingo comum, exceto por ser pós-campo. O dia amanheceria próximo das 11 horas, ao menos seria a hora de pular da cama, o banheiro, sempre do mesmo jeito e, ao olhar o espelho perceberia minha cara cheia de camuflagem e barba por fazer. Mas nem tudo são flores, a volta do campo e o domingo não seriam muito legais: serviço.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Como administrar o tempo na AMAN?
O maior problema para quem mora em internato é conseguir tempo para fazer aquilo que precisa. Muitas vezes fica difícil ir à agência bancário que existe dentro da AMAN. Sim, até os quinhentos metros que separam a ala da agência vira uma eternidade e nem parecem só quinhentos...
E agora? Existe tempo livre durante o expediente?
E agora? Existe tempo livre durante o expediente?
domingo, 7 de março de 2010
A falta de tempo..
Já devem ter percebido que a quantidad de postagens aqui no blog deu uma esfriada, mas fiquem tranquilos, pois não abandonarei o blog e não deixarei de atualizá-lo.
O problema maior aqui na AMAN, assim como na EsPCEx, é a enorme falta de tempo para fazer qualquer coisa, já que praticamente todo o dia há atividades presas em um quadro horário (QTS = Quadro de Trabalho Semanal) que contém todas as atividades durante a semana.
Por exemplo, há definição de quais aulas e em que horas elas ocorrerão, além de palestras, refeições, atividades extras, TFM e formatura, o que impossibilita a pessoa de dar umas "fugidas" e ficar com tempo livre.
Sei que muitos devem estar pensando sobre os finais de semana e horários livres noturnos. Sim, eles existem, mas são, normalmente, ocupados por atividades necessárias, tais como estudos, prática de TFM, problemas administrativos.
Existem certas facilidades para auxiliar os cadetes, como lavadeiras, bancos, lojas e salas de xerox no interior da AMAN, mas até isso fica difícil visitar, pois o horário é MUITO apertado. Só quem está aqui dentro sabe.
No mais, podem ter a certeza que farei um esforço para atualizar ao menos por duas vezes na semana o blog e retirar as dúvidas devocês.
O problema maior aqui na AMAN, assim como na EsPCEx, é a enorme falta de tempo para fazer qualquer coisa, já que praticamente todo o dia há atividades presas em um quadro horário (QTS = Quadro de Trabalho Semanal) que contém todas as atividades durante a semana.
Por exemplo, há definição de quais aulas e em que horas elas ocorrerão, além de palestras, refeições, atividades extras, TFM e formatura, o que impossibilita a pessoa de dar umas "fugidas" e ficar com tempo livre.
Sei que muitos devem estar pensando sobre os finais de semana e horários livres noturnos. Sim, eles existem, mas são, normalmente, ocupados por atividades necessárias, tais como estudos, prática de TFM, problemas administrativos.
Existem certas facilidades para auxiliar os cadetes, como lavadeiras, bancos, lojas e salas de xerox no interior da AMAN, mas até isso fica difícil visitar, pois o horário é MUITO apertado. Só quem está aqui dentro sabe.
No mais, podem ter a certeza que farei um esforço para atualizar ao menos por duas vezes na semana o blog e retirar as dúvidas devocês.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Preciso lavar minhas roupas?
É normal, em casa, nem nos preocuparmos com as roupas sujas, já que normalmente temos nossas mães ou as empregadas domésticas que cuidam dessas tarefas corriqueiras. Mas, chegando à EsPCEx, algumas coisas mudam: não há mãe, nem empregada.
E agora, o que fazer? Aquele alunobizonho que acaba de chegar à EsPCEx vai ter de aprender a lavar as roupas e fazer essas tarefas domésticas?
Aí, dependerá muito do seu interesse. Nos banheiros dos alojamentos existem umas máquinas de lavar roupa que, com um pouco de força e jeito, funcionam muito bem. Está certo que algumas (a maioria) não estão funcionando tão bem, mas é possível utilizá-las, entrando em uma fila para que todos possam lavar suas roupas.
No começo do ano na PREP, assim como na AMAN, é normal rolar muito sanhaço, devido à diferença de vida e à necessidade de adaptar-se à rotina militar e, por isso, os finais de semana servem apenas para torar (dormir) e repor as energias, além de tirar o famoso serviço.
Para sanar esse problema, é oferecido aos militares um sistema de lavadeiras profissionais. São pessoas que se cadastram junto à Escola e tem a possibilidade de oferecer os seus serviços. Há um contrato feito entre o militar e quem oferece o serviço e tudo funciona normalmente.
Na EsPCEx eram três vezes na semana (que, no final do ano, passou para dois) a entrega de roupa suja e o recebimento da roupa lavada, sempre após o expediente. Os preços variavam de acordo com a qualidade de cada lavadeira, além de serviços extras, como entregas em horários diferenciados. Algumas cobravam R$50 e outras já queriam por volta de R$70.
Já na AMAN há muito mais lavadeiras, proporcionalmente ao número de cadetes, e elas vão buscar as roupas sujas e entregar as limpas todos os dias, algumas inclusive aos sábados e aos domingos. A qualidade do serviço é muito superior à da EsPCEx, pois os cadetes são mais exigentes quanto à limpeza, além de existiram outras oferecendo o serviço para, em caso de insatisfação, mudar de lavadeira. O preço é mais salgado, mas nada muito diferente da PREP: R$60, mas existem outras que são mais caras.
Para quem não sente tanta falta de lavadeiras e não quer o comodismo de ter todos os dias as lavadeiras pegando suas roupas, pode optar pela Lavanderia Acadêmica que é da própria AMAN e cobra o excelente preço de R$0,01 por mês - que, na verdade, nem é cobrado.
Muitas pessoas desistem de utilizar a Lavanderia Acadêmica, pois todos são obrigados a marcar as roupas com o número do cadete e preencher um papel (rol) informando todas as peças (e quantidades) que serão lavadas.Outro ponto é a proibição de lavar roupas civis, sendo autorizado, portanto, apenas roupas militares (uniformes, fardas, abrigos), roupa de cama e peças íntimas.
Como são lavadas várias roupas, o processo não é tão "cuidadoso" como das lavadeiras e é comum alguma roupa estragar, principalmente quando já estão muito velhas, mas o serviço é de primeira e, diferentemente das lavadeiras civis, é rara a questão de sumir roupas ou serem trocadas.
Eu nunca usei a Lavanderia Acadêmica, mas conheço várias pessoas que usam e recomendam.
E agora, o que fazer? Aquele aluno
Aí, dependerá muito do seu interesse. Nos banheiros dos alojamentos existem umas máquinas de lavar roupa que, com um pouco de força e jeito, funcionam muito bem. Está certo que algumas (a maioria) não estão funcionando tão bem, mas é possível utilizá-las, entrando em uma fila para que todos possam lavar suas roupas.
No começo do ano na PREP, assim como na AMAN, é normal rolar muito sanhaço, devido à diferença de vida e à necessidade de adaptar-se à rotina militar e, por isso, os finais de semana servem apenas para torar (dormir) e repor as energias, além de tirar o famoso serviço.
Para sanar esse problema, é oferecido aos militares um sistema de lavadeiras profissionais. São pessoas que se cadastram junto à Escola e tem a possibilidade de oferecer os seus serviços. Há um contrato feito entre o militar e quem oferece o serviço e tudo funciona normalmente.
Na EsPCEx eram três vezes na semana (que, no final do ano, passou para dois) a entrega de roupa suja e o recebimento da roupa lavada, sempre após o expediente. Os preços variavam de acordo com a qualidade de cada lavadeira, além de serviços extras, como entregas em horários diferenciados. Algumas cobravam R$50 e outras já queriam por volta de R$70.
Já na AMAN há muito mais lavadeiras, proporcionalmente ao número de cadetes, e elas vão buscar as roupas sujas e entregar as limpas todos os dias, algumas inclusive aos sábados e aos domingos. A qualidade do serviço é muito superior à da EsPCEx, pois os cadetes são mais exigentes quanto à limpeza, além de existiram outras oferecendo o serviço para, em caso de insatisfação, mudar de lavadeira. O preço é mais salgado, mas nada muito diferente da PREP: R$60, mas existem outras que são mais caras.
Para quem não sente tanta falta de lavadeiras e não quer o comodismo de ter todos os dias as lavadeiras pegando suas roupas, pode optar pela Lavanderia Acadêmica que é da própria AMAN e cobra o excelente preço de R$0,01 por mês - que, na verdade, nem é cobrado.
Muitas pessoas desistem de utilizar a Lavanderia Acadêmica, pois todos são obrigados a marcar as roupas com o número do cadete e preencher um papel (rol) informando todas as peças (e quantidades) que serão lavadas.Outro ponto é a proibição de lavar roupas civis, sendo autorizado, portanto, apenas roupas militares (uniformes, fardas, abrigos), roupa de cama e peças íntimas.
Como são lavadas várias roupas, o processo não é tão "cuidadoso" como das lavadeiras e é comum alguma roupa estragar, principalmente quando já estão muito velhas, mas o serviço é de primeira e, diferentemente das lavadeiras civis, é rara a questão de sumir roupas ou serem trocadas.
Eu nunca usei a Lavanderia Acadêmica, mas conheço várias pessoas que usam e recomendam.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Vídeos Aulas - Matemática
Como alguns sabem, consegui, pela internet, o contato com um cursinho destinado exclusivamente a EsPCExe que conta com ensino a distância (EAD) o que é muito válido para aquelas regiões onde não existem bons cursos e, também, para as cidades em que não há cursos voltados exclusivamente à EsPCEx.
Abaixo segue um vídeo disponibilizado pelo Curso Zero Um.
Conjuntos Numéricos:
Abaixo segue um vídeo disponibilizado pelo Curso Zero Um.
Conjuntos Numéricos:
Aqui também:
Bibliografia,
Concurso,
EsPCEx,
Prova,
Video Aula
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Memorize fórmulas
Quando estudava para a prova da EsPCEx, ficava irado por saber que, diferentemente de vários concursos, não existira o formulário de questões. Qual o motivo disso não existir na prova? Decorar fórmulas já feitas e que só servem para inserir números e fazer relações mede a capacidade intelectual de alguém?
Decorar S = So + VoT + (aT²)/2 ; S = So + VoT e aquelas inúmeras letras chatas não mede a capacidade de raciocínio, mas apenas a paciência que determinada pessoa tem para lembrar durante todo o ano essas fórmulas. Pior que isso é saber qual elemento é mais eletronegativo do que o outro, ou qual família ele pertence e essas coisas de química. Não bastaria uma simples tabela periódica e, a partir dela, as conseqüências seriam tiradas pelo RACIOCÍNIO e interpretação? Isso que seria verificar a inteligência dos candidatos.
Mas, já que as coisas não funcionam desse jeito, e em alguns outros concursos há esse mesmo problema, surge a grande dúvida: como decorar isso tudo?
Uma das formas interessantes é abster-se de alguns dados durante a realização de exercícios e, com a ausência desses, realizar as atividades tentando relembrar essas fórmulas e "decorebas".
Mas, e quando se deve decorar alguma batalha histórica ou o nome daquela massa de ar que entra pela parte ocidental da Amazônia? Aí não tem muito exercício que "entre na cabeça", pois, infelizmente, o que menos existe em livros didáticos são exercícios de geografia e história.
Para solucionar esses problemas, existe um método muito interessante que é decorar frases e relações com aquilo que se deve saber. Por exemplo, S = So + VoT + (aT²)/2 pode virar "Sorvetao 2" e S = So + VT pode virar "Sorvete" e, assim, decorar várias fórmulas chatas, assim como datas históricas e outras matérias.
Algumas que eu lembro e que eram muito faladas por amigos:
Física
Calorimetria
Fórmula: Q = M.C.T
Uso: Fórmula para medir variação de calor de um corpo.
Macete: Qui Ma Ce Te
Calorimetria
Fórmula: Q = M.C.T
Uso: Fórmula para medir variação de calor de um corpo.
Macete: Qui Ma Ce Te
Calorimetria
Fórmula: Q = M.L
Uso: Fórmula para medir variação de calor de um corpo.
Macete: Qui MoLeza
Pressão
Fórmula: P.v = n.R.t
Uso: Fórmula para medir a pressão de gases e liquidos
Macete: Por Voce = nunca Rezei tanto
Espaço no M.R.U.
Fórmula: S= So + V.t
Uso: Fórmula para medir o tempo, espaço e velocidade no M.R.U.
Macete: Sorvete
Velocidade
Fórmula: V = Vo + A.T
Uso: Fórmula para medir a velocidade final, inicial, tempo de deslocamento ou atrito de um corpo.
Macete: Vi Você a Toa
Distância, Velocidade e Tempo no M.U.
Fórmula: s = v.t
Uso: Usada para calcular a distância (s), velocidade (v) ou tempo (t) de um corpo
Macete: Santo Vê Tudo
Equação horária no M.U
Fórmula: s= so + v.t
Uso: Usada para medir o espaço (s) (so), velocidade (v) e tempo (t) no M.U.
Macete: Sabor sorVeTe
Equação fundamental do M.U.V
Fórmula : S= So + Vo.t + at²
2
Uso: Usada para avaliar o espaço final, espaço inicial, velocidade inicial e tempo no M.U.V.
Macete: sabor sorveteanta
Equação das velocidades no M.R.U
Fórmula: v = vo + a.t
Uso: Calcular a velocidade no M.R.U.
Macete: vê vó, arte!
Equação de Torricelli no M.U.VFórmula: v2 = vo2 + 2.a.DS
Uso : Fórmula usada para calcularmos a velocidade final, velocidade inicial , tempo, aceleração e variação de deslocamento de um corpo.
Obs.à D à letra grega que significa delta – utilizada como “Variação”
Macete: vovo com 2 antas
Força -Segunda Lei de Newton
Princípio Fundamental da Dinâmica
Fórmula: F = m.a
Uso: Fórmula usada para calcular a resultante das forças aplicadas a um ponto material desde que esta força seja igual ao produto de sua massa pela aceleração adquirida.
Macete: revista Fama
Trabalho
Fórmulas: T = F.d
Uso: Usada para calcular o trabalho realizado por uma força aplicada a um corpo se este sofrer deslocamento.
Macete: Trabalhe com Facilidade
Energia potencial gravitacional
Fórmula : Ep = m. g. h
Uso: Usado para calcular a energia potencial de um corpo, sua massa bem como a altura em que se encontra em relação a dado referencial .
Macete : Ele pulou muitas grades haltas
Energia CinéticaFórmula: Ec = m. v2
2
Uso: Usado para calcular a energia cinética de um corpo, sua massa bem como a velocidade adquirida por este corpo
Macete: Ele curou muitas vacas pela metade (/2), como vaca tem dois chifres logo, vai o 2 em cima do v
Equação de Clapeyron
Fórmula : p.V = n.R.T
Uso : Relaciona as variáveis da pressão, do volume e da temperatura, incluindo também a massa (m) da substância gasosa como variável, durante uma transformação.
Macete : pistoleira Velha = não Rejeita Tarado
Lei de Dalton
Fórmula : p.V / T = p1.V1 / T1 + p2.V2 / T2 + p3.V3 / T3
Macete: piViTi=poVoTó + poVoTó + poVoTó
Uso: Determina a pressão total “p” da mistura gasosa, admitindo que os gases não reajam entre si.
Óptica - Equação de Gauss
Fórmula : 1/F = 1/p + 1/p'
Macete: Um fuminho = um pito + um cara de pateta
Uso: Equação usada para estabelecer uma relação entre a distância focal do espelho esférico e as respectivas abscissas do objeto e da imagem conjugada.
Eletricidade - Primeira lei de Ohm
Fórmula : U = R.i
Uso: Usada para medir a diferença de potencial (d.d.p.) ou tensão, conhecida como voltagem de um sistema elétrico.
Macete: U que Ri
PortuguêsConjunções e Locuções Conjuntivas Subordinativas
São elas: Concessivas, Condicionais, Comparativas, Causais, Conformativas, Consecutivas, Temporais, Proporcionais, Finais e Integrantes.
Macete: CoCoCom CaCoCo TemProFinIn
São elas: Concessivas, Condicionais, Comparativas, Causais, Conformativas, Consecutivas, Temporais, Proporcionais, Finais e Integrantes.
Macete: CoCoCom CaCoCo TemProFinIn
Adição de Arcos
Uso: Fórmula de adição de arcos
Macete: Usar os macetes que estão em frente às fórmulas e prestar muita atenção nos sinais
Fórmulas:
- cos(A-B) = cosA.cosB + senA.senB
(coça A, coça B + senta A, senta B)
- cos(A+B) = cosA.cosB - senA.senB
(coça A, coça B - senta A, sentaB)
- sen(A-B) = senA.cosB - senB.cosA
(senta A, coça B - senta B, coça A)
- sen(A+B) = senA.cosB + senB.cosA
(senta A, coça B + senta B, coça A)
Raízes de Eq. de 2o. Grau
Ex: ax²+bx+c=0
Fórmula: soma das raízes = -b/a , e produto das raízes = c/ a
Uso: em equações de 2° grau, para achar as raízes rapidamente
Posição do seno e cosseno
Macete: quem tá de pé tá sem sono (seno), quem tá deitado tá com sono (cosseno).
Tabela de Linus Pauling
Uso: Para gravar a ordem da tabela de Linus Pauling: S, P, D, F:
Macete: Sepultura Para Defunto Fresco
Nomenclatura de Acidos
Uso: Nomenclatura de acidos, troca-se ISO por OSO, ATO por ICO e ETO por IDRICO.
Macete: mosquITO teimOSO, te mATO te pICO, te mETO no vIDRICO
Isóbaros, Isótanos e Isotopos
- Isóbaros tem o mesmo numero de massa (A)
isob A ros
- Isotonos tem o mesmo numero de neutrons (N)
isoto N os
- Isotopos tem o mesmo numero de protons (P)
isoto P os
Era Paleozóica
Períodos: Permeano, Carbonífero, Devoniano, Siluriano, Ordoviciano, Cambriano
Macete: Paulo Comeu Doce Sobre O Colchão
Era Mesozóica
Perídos: Cretáceo, Jurássico, Triássico
Macete: Centro Japones de Tradição
HistóriaGovernadores Gerais, Brasil Colônia
O Brasil-colônia teve três Governadores Gerais, a saber: Tomé de Souza, Duarte da Costa, Mem de Sá
Macete: basta lembrar que: "Todo Doidinho Morde", ou que "Tesão Demais Mata".
Presidentes do Brasil República
Presidentes: dutra, vargas, juscelino, janio , joao goulart
Macete: duvajujanjo
Presidentes Militares
Presidentes: castelo branco, costa e silva, medici, geisel, figueiredo
Macete: cacomegefi
Sistema de Plantation
O sistema de plantation, utilizado na produção açucareira colonial, é caracterizado pelo tripé: Monocultura, Escravismo e Latifúndio
Macete: MEL
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Diversão no Hopi Hari
Logo após a época de adaptação, é normal o ritmo diminuir dentro da Escola, até devido à rotina de aulas e instruções, e, conseqüentemente, há maior tempo livre nos finais de semana para se divertir pela cidade, aproveitando o que tem de bom.
Uma dessas atividades boas é a visitação ao Hopi Hari, grande parque de diversões e um dos maiores do país, que fica localizado na cidade de Vinhedo (região metropolitana de Campinas), e tem uma excelente estrutura com diversos brinquedos, restaurantes, lanchonetes e até hotel.
Para facilitar a vida dos alunos, o GRL (Grêmio Recreativo e Literário) organiza essa visitação, de modo que o preço fique menor e o deslocamento seja facilitado, evitando perda de tempo no final de semana com ônibus e transporte, além de ninguém ficar perdido, visto que poucos sabem andar por toda a cidade. Assim, o GRL compra uma quantidade de ingressos antecipados e, logicamente, consegue um preço mais acessível para todos.
Quando eu fui, o grande problema eram as filas quase intermináveis. Existiam brinquedos (como a montanha russa de madeira) que a fila demorava cerca de 2 horas e o brinquedo só dura 5 minutos. Para isso, existem alguns "fura-fila" especiais: são cartões que o parque vende e, com isso, a pessoa pode passar na frente e utilizar uma fila própria com muito menos pessoas.
Como os ônibus chegam ao parque muito cedo (praticamente somos os primeiros a chegar) o bizu é correr até os melhores brinquedos: montanha russa de maneira, torre Eiffel e montanha russa de looping. Tem o "jeito carioca" de furar fila e fingir que está tudo normal, mas se for pego, não reclame!
Para quem tem namorada o bizu é ficar em um hotel durante o final de semana e aproveitar para levá-la para essa visita, visto que o GRL vende quantos ingressos (passaportes) o aluno decidir. Lembro que meu canga ("vizinho" no alojamento) combinou de ficar em um hotel no centro da cidade e, como outros também fizeram, foram em conjunto de ônibus para o Hopi Hari e curtiram o final de semana com a amada.
Para quem não possui namorada, o melhor a fazer é curtir com o pessoal. Alguns, para não gastarem tanto, levaram um pequeno bornal (mochila) com comida e água, já que no parque é tudo muito caro e, assim, conseguiram curtir gastando quase nada.
Os custos foram, de mais ou menos, R$50 por cabeça: R$45 de passaporte e R$5 do ônibus (alugado pelo GRL). Mas vale lembrar que algumas atrações são pagas, pois não estão incluídas no pacote do Hopi Hari. Umas são bem caras, mas aí vai de cada um decidir se vale a pena ou não.
Para quem vai com família e namorada, é mais interessante consultar a Caprioli que tem ônibus o dia inteiro para o parque:
Empresa Responsável : Caprioli / Lira
Campinas: (019) 3734-6067, 3234-1000 e 3234-5505.
Para quem deseja ver o mapa do Parque: http://www.hopihari.com.br/mapa/mapao.aspx
E o site do Parque: www.hopihari.com.br
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Diminuir custos para visitar a família: Ônibus Especial.
Grande parte das pessoas que cursam a EsPCEx não moram próximas às casa dos pais e, é evidente, que esses alunos tem a vontade de, nos feriados prolongados, visitar a família, pagar um embuste e descansar a mente, mas as passagens de ônibus e avião assustam os bolsos.
É normal ver passagens para cidades próximas, como Rio de Janeiro, bastante caras nos guichês da rodoviária o que impede uma parcela dos alunos de visitarem a família com freqüência. Outro grande problema é o horário em que os ônibus costumam sair e regressar à rodoviária de Campinas. Ou eles saem muito cedo e há grande risco de perder a passagem ou saem muito tarde e perde-se uma boa parte do feriado.
Quando se fala em avião, esses problemas são ainda maiores: passagens caras, aeroporto longe, horários incompatíveis.
E agora, o que fazer? Ficar no alojamento?
Na EsPCEx existe um grêmio (Grêmio Recreativo Literário - GRL) que tem como finalidade auxiliar os estudantes na centralização de compras, festa de formatura, representação da Escola e em contratos de serviços. Um dos serviços é a locação de ônibus leitos para as viagens.
Em vez do GRL colocar um lucro sobre o valor final das viagens, ele junta todos os interessados nas passagens e verifica quantos ônibus serão necessários para cada localidade. Logicamente, quanto mais ônibus, melhor o preço.
Para que possam ocorrer esses ônibus (chamados de "Especiais") há necessidade de uma quantidade mínima para, ao menos, formar micro-ônibus. A lista é feita por ordem de chegada: quem procurar o diretor de transportes mais rápido, tem preferência. Por exemplo, se houver 45 vagas em um ônibus, os 45 primeiros a assinar a lista estarão dentro e o restante deve esperar formar mais ônibus, como se fosse um cadastro de reserva.
Depois, todos pagam para o diretor de transportes ou para o furriel (responsável pelo dinheiro) da companhia, que repassa os valores para a empresa de transporte.
Os ônibus não são "pau-de-arara", são leitos com ar-condicionado e água, bastante confortáveis. Também há DVD e telvisões, além do banheiro.
Na AMAN é um pouco diferente. Na Academia existem uma Sociedade Acadêmica Militar (SAM) que possui sistema informatizado em que cada cadete tem a sua senha e se inscreve pelos computadores da SAM, que ficam próximos ao Pátio em uma sala. O bom desse sistema é a possibilidade de verificar, a qualquer momento, se o ônibus fechou ou não, além de poder desistir da viagem.
As passagens saem pela metade do preço (as vezes até menos). Lembro de uma viagem que fiz para o RJ e saiu por R$85. Se fosse fazê-la pela rodoviária, sairia por R$150, no mínimo.
Outro fator positivo desses ônibus é que eles saem de dentro da Organização Militar e voltam para dentro dela, evitando gastos com táxi, além de ampliar o tempo em casa, já que saem logo após a liberação e voltam quase no limite da apresentação.
Mas, para que possa fazer parte desses grêmios, é necessário pagar uma mensalidade, que darão outros benefícios (cópias mais baratas, descontos em lanchonetes...).
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Entrada dos portões, alegria e orgulho!
Amanhã, dia 06 de fevereiro de 2010 ocorrerá a entrada dos candidatos na EsPCEx. Sim, ainda são considerados candidatos quando entram por aqueles portões de ferro e marcham até o pátio sob olhares dos familiares e amigos.
A mente entra em turbilhão nessas horas. Lembranças passam pela cabeça e se refletem, muitas vezes, nas lágrimas que percorrem os rostos.
Nesse dia, os pais sentem-se orgulhosos ao verem seus filhos iniciarem uma carreira muito bonita, de conquistas, de superações e de amizades. Digo isso, pois percebi as lágrimas e o sorriso largo no rosto de meus pais, que olhavam felizes a minha marcha rumo à tão sonhada vida militar.
Para o futuro aluno, a formatura tem um gosto ainda mais especial. É perceptível a evolução, mesmo em pouco espaço de tempo, ocorrida na vida desses jovens. A modificação de seus jeitos, o modo educado de se portar perto de outras pessoas e o respeito e carinho ainda mais fortes ao falar da família e da Pátria.
Entram na EsPCEx e, rapidamente, saem pelas suas laterais já vestidos como militares: fardados. Exaltam a Bandeira Nacional, prestam continência e entoam hinos e canções. As mães agora possuem homens como filhos, e não mais meninos. A boina é posta na cabeça como símbolo de bravura e reconhecimento pelas batalhas que venceu: a dificuldade de estudo, um concurso difícil e uma adaptação cansativa.
A mente entra em turbilhão nessas horas. Lembranças passam pela cabeça e se refletem, muitas vezes, nas lágrimas que percorrem os rostos.
Nesse dia, os pais sentem-se orgulhosos ao verem seus filhos iniciarem uma carreira muito bonita, de conquistas, de superações e de amizades. Digo isso, pois percebi as lágrimas e o sorriso largo no rosto de meus pais, que olhavam felizes a minha marcha rumo à tão sonhada vida militar.
Para o futuro aluno, a formatura tem um gosto ainda mais especial. É perceptível a evolução, mesmo em pouco espaço de tempo, ocorrida na vida desses jovens. A modificação de seus jeitos, o modo educado de se portar perto de outras pessoas e o respeito e carinho ainda mais fortes ao falar da família e da Pátria.
Entram na EsPCEx e, rapidamente, saem pelas suas laterais já vestidos como militares: fardados. Exaltam a Bandeira Nacional, prestam continência e entoam hinos e canções. As mães agora possuem homens como filhos, e não mais meninos. A boina é posta na cabeça como símbolo de bravura e reconhecimento pelas batalhas que venceu: a dificuldade de estudo, um concurso difícil e uma adaptação cansativa.
Muitas batalhas virão até a guerra ser vencida, mas parabéns, novos alunos! Parabéns por fazerem parte do vitorioso e invencível exército de Caxias.
Vídeo só para ilustrar a Entrada pelos Portões
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
A adaptação começou!
Esses dias encontrei com a mãe de um amigo que passou na prova da EsPCEx. Ela estava meio desesperada, não sabia como falar com ele, nem o que estava ocorrendo lá na Prep. Ficou com medo. Filho único, fora de casa (pela primeira vez) e em uma cidade totalmente desconhecida.
Pelo que me falava, ele ainda não havia ligado para contar como estava a rotina lá dentro e, ela em desespero, reclamava, já que havia passado 4 dias e nada de notícias. Ela tentava falar com a mãe de amigos em comum, que estão junto com ele na Escola, mas todas pensavam a mesmas besteiras e, em vez de ajudar, acabam por atrapalhar.
Mas o que esperar?
Acredito que as famílias devem se acalmar e evitar entrar em pânico. Está certo que a mudança é radical, ainda mais quando se trata de filho único, mas lá na EsPCEx (assim como na AMAN) há todo o apoio necessário para os militares. Existem as áreas médicas, apoio psicológico, alimentação e segurança. Com isso, não é necessário ficar desesperado.
Muitas vezes, os candidatos e alunos não ligam para casa pela simples escolha de descansar (dormir) e fazer as atividades que são necessárias. Tem de escolher: ou fazem as suas obrigações ou se preocupam em ligar para casa e, nesse caso, preocupar-se com a vida em casa é mais um problema que acabará atrapalhando a adaptação àquele ambiente totalmente diferenciado.
Mas, um pouco de respeito com as famílias é importante. Quem está lá dentro deve tentar dar uma ligada rápida para casa ou mandar uma mensagem sms só para avisar que está cansado, mas tudo corre bem. Não é necessário ficar ligando todos os dias, como eu via várias pessoas fazerem, mas ligar uma vez ou outra é saudável.
Quanto às famílias, evitem pressionar os filhos para terem informações e para saberem como os filhos estão. Fiquem tranquilas, pois caso ocorra qualquer problema, a família será avisada pela Escola (ou pela Academia) e tudo será feito para solucionar esse problema.
E logo estão juntos, mesmo que por pouquíssimo tempo. Aproveitem para matar a saudade. Curtam a família, a namorada.
Pelo que me falava, ele ainda não havia ligado para contar como estava a rotina lá dentro e, ela em desespero, reclamava, já que havia passado 4 dias e nada de notícias. Ela tentava falar com a mãe de amigos em comum, que estão junto com ele na Escola, mas todas pensavam a mesmas besteiras e, em vez de ajudar, acabam por atrapalhar.
Mas o que esperar?
Acredito que as famílias devem se acalmar e evitar entrar em pânico. Está certo que a mudança é radical, ainda mais quando se trata de filho único, mas lá na EsPCEx (assim como na AMAN) há todo o apoio necessário para os militares. Existem as áreas médicas, apoio psicológico, alimentação e segurança. Com isso, não é necessário ficar desesperado.
Muitas vezes, os candidatos e alunos não ligam para casa pela simples escolha de descansar (dormir) e fazer as atividades que são necessárias. Tem de escolher: ou fazem as suas obrigações ou se preocupam em ligar para casa e, nesse caso, preocupar-se com a vida em casa é mais um problema que acabará atrapalhando a adaptação àquele ambiente totalmente diferenciado.
Mas, um pouco de respeito com as famílias é importante. Quem está lá dentro deve tentar dar uma ligada rápida para casa ou mandar uma mensagem sms só para avisar que está cansado, mas tudo corre bem. Não é necessário ficar ligando todos os dias, como eu via várias pessoas fazerem, mas ligar uma vez ou outra é saudável.
Quanto às famílias, evitem pressionar os filhos para terem informações e para saberem como os filhos estão. Fiquem tranquilas, pois caso ocorra qualquer problema, a família será avisada pela Escola (ou pela Academia) e tudo será feito para solucionar esse problema.
E logo estão juntos, mesmo que por pouquíssimo tempo. Aproveitem para matar a saudade. Curtam a família, a namorada.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Não sei nadar. E agora?
A sunga do NN nunca seca!
Essa frase era bem normal lá na EsPCEx. Professores falavam, instrutores também e, principalmente, os não-nadadores (NN) ficavam com essas palavras na ponta da língua o tempo todo.
Nos primeiros dias como aluno, já depois da adaptação, todos são obrigados a realizarem provas para que sejam selecionados os atletas e aqueles que possuem dificuldades em corrida, natação e barra/flexão. São medidos também a quantidade de gordura no corpo, peso e altura. Todas essas medidas tem como função auxiliar os instrutores de treinamento físico militar (TFM) para que possam fazer os planos de exercícios adequados àquela turma.
Uma das provas mais temidas é o teste de natação livre. O teste consiste em atravessar uma piscina de 50m sem tocar nas bordas, nas raias (boias) ou utilizar o fundo da piscina para impulsão. Logicamente os instrutores já separam antecipadamente aqueles que já sabem da sua dificuldade para que nadem mais próximo a borda, a fim de que não se afoguem.
O nado é livre, então pode-se nadar da melhor forma que desejar: craw, peito, borboleta, cachorrinho, "rio" e por aí vai. Entretanto, o mais indicado é o nado craw, pois é o mais rápido e, no dia da prova de TFM, as notas serão dadas em relação ao tempo.
Saem NN não só aqueles que nadam estilo prego não sabem nadar, mas todos que possuem dificuldade (nadam totalmente errado) ou tempo muito ruim. O tempo varia para cada turma, mas se o aluno fizer acima de um minuto já pode se preparar para as "aulinhas" de natação.
OK, não sei nadar e (provavelmente) serei NN. E agora?
Agora só resta treinar, treinar e treinar.
Os treinos costumam ocorrer no horário antes do almoço e logo após as aulas da manhã. Na rotina da EsPCEx há aulas durante a manhã e, por volta de 12:15H ocorre o almoço, tendo um tempo livre de 45 minutos (até às 13:00H) para que sejam tomadas algumas medidas pessoais. Já os NN saem voando correndo da aula, que acaba 11:50H, e vão para a piscina. Trocam de roupa no vestiário e já caem para se afogar treinar natação até umas 12:25H, quando acabam os treinos, e devem voar para poderem almoçar.
Aquele tempo livre dos alunos são se aplica aos não nadadores, pois esse período todo é para os treinos e almoço.
Esses treinamentos dão muito resultado àqueles que utilizam seus horários livres para nadar. Há vários casos de pessoas que chegaram morrendo de medo de piscina e que mal conseguiam entrar na água, mas, depois de um certo tempo, conseguiram aprender a nadar e obtiveram notas nas provas de natação. Mas, alguns que tem preguiça ou muita dificuldade, podem até levar esse problema para a AMAN e continuar a ser NN na Academia.
Então, o grande bizu para quem não sabe nadar é procurar um clube perto de casa antes de entrar na EsPCEx e aprender o básico. Em grandes cidades existem os SESC com mensalidade bastante acessível e mesmo que seja um pouco mais caro em outros clubes, vale a pena aprender um pouco em sua cidade para não passar tanto sufoco na EsPCEx.
Essa frase era bem normal lá na EsPCEx. Professores falavam, instrutores também e, principalmente, os não-nadadores (NN) ficavam com essas palavras na ponta da língua o tempo todo.
Nos primeiros dias como aluno, já depois da adaptação, todos são obrigados a realizarem provas para que sejam selecionados os atletas e aqueles que possuem dificuldades em corrida, natação e barra/flexão. São medidos também a quantidade de gordura no corpo, peso e altura. Todas essas medidas tem como função auxiliar os instrutores de treinamento físico militar (TFM) para que possam fazer os planos de exercícios adequados àquela turma.
Uma das provas mais temidas é o teste de natação livre. O teste consiste em atravessar uma piscina de 50m sem tocar nas bordas, nas raias (boias) ou utilizar o fundo da piscina para impulsão. Logicamente os instrutores já separam antecipadamente aqueles que já sabem da sua dificuldade para que nadem mais próximo a borda, a fim de que não se afoguem.
O nado é livre, então pode-se nadar da melhor forma que desejar: craw, peito, borboleta, cachorrinho, "rio" e por aí vai. Entretanto, o mais indicado é o nado craw, pois é o mais rápido e, no dia da prova de TFM, as notas serão dadas em relação ao tempo.
Saem NN não só aqueles que nadam estilo prego não sabem nadar, mas todos que possuem dificuldade (nadam totalmente errado) ou tempo muito ruim. O tempo varia para cada turma, mas se o aluno fizer acima de um minuto já pode se preparar para as "aulinhas" de natação.
OK, não sei nadar e (provavelmente) serei NN. E agora?
Agora só resta treinar, treinar e treinar.
Os treinos costumam ocorrer no horário antes do almoço e logo após as aulas da manhã. Na rotina da EsPCEx há aulas durante a manhã e, por volta de 12:15H ocorre o almoço, tendo um tempo livre de 45 minutos (até às 13:00H) para que sejam tomadas algumas medidas pessoais. Já os NN saem voando correndo da aula, que acaba 11:50H, e vão para a piscina. Trocam de roupa no vestiário e já caem para se afogar treinar natação até umas 12:25H, quando acabam os treinos, e devem voar para poderem almoçar.
Aquele tempo livre dos alunos são se aplica aos não nadadores, pois esse período todo é para os treinos e almoço.
Esses treinamentos dão muito resultado àqueles que utilizam seus horários livres para nadar. Há vários casos de pessoas que chegaram morrendo de medo de piscina e que mal conseguiam entrar na água, mas, depois de um certo tempo, conseguiram aprender a nadar e obtiveram notas nas provas de natação. Mas, alguns que tem preguiça ou muita dificuldade, podem até levar esse problema para a AMAN e continuar a ser NN na Academia.
Então, o grande bizu para quem não sabe nadar é procurar um clube perto de casa antes de entrar na EsPCEx e aprender o básico. Em grandes cidades existem os SESC com mensalidade bastante acessível e mesmo que seja um pouco mais caro em outros clubes, vale a pena aprender um pouco em sua cidade para não passar tanto sufoco na EsPCEx.
sábado, 23 de janeiro de 2010
Já fiz o 3º do Ensino Médio. Tenho de fazer na EsPCEx de novo?
A EsPCEx tem como objetivos preparar os alunos para o ingresso na vida militar e formá-los no 3º ano do ensino médio. Para isso, várias atividades escolares são realizadas na Escola, com a ocorrência de aulas durante toda a parte da manhã e um parte da tarde.
As aulas são orientadas por professores com formação acadêmica e, na maioria das vezes, sendo "militares-professores" e militares formados na AMAN, mas que retornam a EsPCEx como professores de várias matérias. As aulas compreendem: português, matemática, física, química, SAP (sociologia, antropologia e política), biologia, história, geografia e desenho.
As maiores dificuldades percebidas na Escola são a falta de base escolar com deficiências em matérias iniciais e que são necessárias para entender a continuidade dos estudos. Alguns alunos conseguem passar em matéria como química, mas pouco sabem sobre a matéria e, apenas, lembram um pouco sobre o que caiu no concurso, pois decoraram e não aprenderam. Isso é culpa, principalmente, do ensino que no Brasil não é muito forte e tem muitas diferenças em cada região brasileira.
Por isso, as matérias passadas na EsPCEx tentam ensinar um pouco a base e focar nas matérias que importam para o 3º ano. Outra matéria que muitas pessoas tem dificuldades é português, pois as provas consistem em, somente, redação. Mas, esse problema já é perceptível no concurso, observando-se a grande quantidade de pessoas que não passam na prova de redação.
E, sem sombra de dúvidas, a matéria mais difícil é desenho. Qual escola no Brasil, além dos Colégios Militares (CM), ainda tem essa matéria no curriculum escolar? Quase nenhuma! Os que não são de CM e sabem a matéria vem dos CEFET ou outras escolas técnicas que é obrigatória essa matéria. Os que não sabem tem que aprender a mexer com compasso, esquadro, réguas e, principalmente, noção de espaço. A matéria é muito difícil e, como é normal deixar pra estudar na última hora, as vezes não dá tempo e o segundo semestre se torna mais difícil, pois tem muito mais matéria (mais "chata") e ainda tem de recuperar a nota ruim do primeiro semestre.
Já os livros, uma parte deles é doado/emprestado pela EsPCEx para os alunos. História e SAP são ensinados com apostilas emprestadas pela Escola. Biologia e Português são emprestados livros cedidos pelo MEC; matemática, química, física, desenho e geografia são livros comprados pelos alunos e o bizu é comprar dos que já fizeram a EsPCEx , pois sai muito mais barato ou comprar em sebos.
Mas, "eu já fiz o 3º ano, tenho de fazer de novo?". Sim, é obrigatório fazer todas as aulas e as provas para poder seguir para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras) e lograr as notas de 50% nas matérias. É bom saber que os dez alunos que mais se destacam nos estudos durante o ano recebem prêmios em dinheiro, viagens e outros ítens que patrocinadores oferecem para serem doados (o 1º colocado ganhou notebook, câmera digital, R$2.000, espada samurai e uma série de presentes.
Portanto, todos que já tem o 3º ano concluído terão de refazê-lo!
As aulas são orientadas por professores com formação acadêmica e, na maioria das vezes, sendo "militares-professores" e militares formados na AMAN, mas que retornam a EsPCEx como professores de várias matérias. As aulas compreendem: português, matemática, física, química, SAP (sociologia, antropologia e política), biologia, história, geografia e desenho.
As maiores dificuldades percebidas na Escola são a falta de base escolar com deficiências em matérias iniciais e que são necessárias para entender a continuidade dos estudos. Alguns alunos conseguem passar em matéria como química, mas pouco sabem sobre a matéria e, apenas, lembram um pouco sobre o que caiu no concurso, pois decoraram e não aprenderam. Isso é culpa, principalmente, do ensino que no Brasil não é muito forte e tem muitas diferenças em cada região brasileira.
Por isso, as matérias passadas na EsPCEx tentam ensinar um pouco a base e focar nas matérias que importam para o 3º ano. Outra matéria que muitas pessoas tem dificuldades é português, pois as provas consistem em, somente, redação. Mas, esse problema já é perceptível no concurso, observando-se a grande quantidade de pessoas que não passam na prova de redação.
E, sem sombra de dúvidas, a matéria mais difícil é desenho. Qual escola no Brasil, além dos Colégios Militares (CM), ainda tem essa matéria no curriculum escolar? Quase nenhuma! Os que não são de CM e sabem a matéria vem dos CEFET ou outras escolas técnicas que é obrigatória essa matéria. Os que não sabem tem que aprender a mexer com compasso, esquadro, réguas e, principalmente, noção de espaço. A matéria é muito difícil e, como é normal deixar pra estudar na última hora, as vezes não dá tempo e o segundo semestre se torna mais difícil, pois tem muito mais matéria (mais "chata") e ainda tem de recuperar a nota ruim do primeiro semestre.
Já os livros, uma parte deles é doado/emprestado pela EsPCEx para os alunos. História e SAP são ensinados com apostilas emprestadas pela Escola. Biologia e Português são emprestados livros cedidos pelo MEC; matemática, química, física, desenho e geografia são livros comprados pelos alunos e o bizu é comprar dos que já fizeram a EsPCEx , pois sai muito mais barato ou comprar em sebos.
Mas, "eu já fiz o 3º ano, tenho de fazer de novo?". Sim, é obrigatório fazer todas as aulas e as provas para poder seguir para a AMAN (Academia Militar das Agulhas Negras) e lograr as notas de 50% nas matérias. É bom saber que os dez alunos que mais se destacam nos estudos durante o ano recebem prêmios em dinheiro, viagens e outros ítens que patrocinadores oferecem para serem doados (o 1º colocado ganhou notebook, câmera digital, R$2.000, espada samurai e uma série de presentes.
Portanto, todos que já tem o 3º ano concluído terão de refazê-lo!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Hotel para a solenidade de entrada dos portões
Sei que ainda falta muito...
Mas antecipem-se para reservar hotel em Campinas para a Solenidade de Entrada dos Portões, já que chegam pessoas de vários locais do brasil e os hotéis que ficam próximos à EsPCEx costumam ficar sem vagas para essa festa, restando pagar mais caro e, muitas vezes, por locais mais distantes, o que dificulta bastante, ainda mais quando não se conhece a cidade e está sem carro.
Para quem mora em cidades maiores, há excursões feitas para essa solenidade e, não raramente, há planos de transporte junto com o hotel por preços muito bons. Eles costumam sair de locais já definidos e, no dia da solenidade, deixam a família dentro da EsPCEx, o que ajuda muito.
Mas, para quem vai de carro ou não quer usar as excursões, é bom já reservar algum quarto em hotel e, aproveitando a baixa procura atual, negociar preços e descontos. Se você conhece mais gente que, ainda, não reservou a hospedagem, junte um grupo para negociar os preços.
Próximo à EsPCEx existem 2 hotéis (dentro muitos outros) que possuem uma boa estrutura e são próximoas à rodoviária e a Escola, diminuindo os custos e tempo gastos nesses percursos.
Eu indico dois hotéis: Opala Avenida e Place. O primeiro é mais requintado, com conforto excelente e bem no centro da cidade, com ponto de táxi logo à fente do hotel (na calçada). À frente do Opala, existe o Place que tem muito conforto, mas o preço é menor, pois é menos "requintado", mas nada que tire o conforto. Outro Hotel bem interessante é o Villas Boas que é muito próxima a EsPCEx e também confortável.
Esses hotéis indicados são, em média, a 4km da EsPCEx e uns 3km, no máximo, da nova rodoviária. Só pra esclarecer, há duas rodoviárias em Campinas. A antiga (que fica na Avenida Andrade Neves) e a nova rodoviária (Terminal Multimodal Ramos de Azevedo). Os ônibus interestaduais e intermunicipais costumam parar na nova e os para a região metropolitana (Paulínea, Jaguariúna, Valinhos, Vinhedo) param ao lado da antiga.
O preço médio do táxi para os hotéis indicados.
Aeroporto Viracopos - Hotel: R$50
Rodoviária - Hotel: R$15
Hotel - EsPCEx R$15
Endereços:
http://www.villasboashotel.com.br/
http://www.hotelopalaavenida.com.br
http://www.placehotel.com.br/
Para procurar outros hotéis de sua preferência: http://www.hotel-campinas.com
E para verificar os trajetos para não ficar perdido: http://maps.google.com.br/
Mas antecipem-se para reservar hotel em Campinas para a Solenidade de Entrada dos Portões, já que chegam pessoas de vários locais do brasil e os hotéis que ficam próximos à EsPCEx costumam ficar sem vagas para essa festa, restando pagar mais caro e, muitas vezes, por locais mais distantes, o que dificulta bastante, ainda mais quando não se conhece a cidade e está sem carro.
Para quem mora em cidades maiores, há excursões feitas para essa solenidade e, não raramente, há planos de transporte junto com o hotel por preços muito bons. Eles costumam sair de locais já definidos e, no dia da solenidade, deixam a família dentro da EsPCEx, o que ajuda muito.
Mas, para quem vai de carro ou não quer usar as excursões, é bom já reservar algum quarto em hotel e, aproveitando a baixa procura atual, negociar preços e descontos. Se você conhece mais gente que, ainda, não reservou a hospedagem, junte um grupo para negociar os preços.
Próximo à EsPCEx existem 2 hotéis (dentro muitos outros) que possuem uma boa estrutura e são próximoas à rodoviária e a Escola, diminuindo os custos e tempo gastos nesses percursos.
Eu indico dois hotéis: Opala Avenida e Place. O primeiro é mais requintado, com conforto excelente e bem no centro da cidade, com ponto de táxi logo à fente do hotel (na calçada). À frente do Opala, existe o Place que tem muito conforto, mas o preço é menor, pois é menos "requintado", mas nada que tire o conforto. Outro Hotel bem interessante é o Villas Boas que é muito próxima a EsPCEx e também confortável.
Esses hotéis indicados são, em média, a 4km da EsPCEx e uns 3km, no máximo, da nova rodoviária. Só pra esclarecer, há duas rodoviárias em Campinas. A antiga (que fica na Avenida Andrade Neves) e a nova rodoviária (Terminal Multimodal Ramos de Azevedo). Os ônibus interestaduais e intermunicipais costumam parar na nova e os para a região metropolitana (Paulínea, Jaguariúna, Valinhos, Vinhedo) param ao lado da antiga.
O preço médio do táxi para os hotéis indicados.
Aeroporto Viracopos - Hotel: R$50
Rodoviária - Hotel: R$15
Hotel - EsPCEx R$15
Endereços:
http://www.villasboashotel.com.br/
http://www.hotelopalaavenida.com.br
http://www.placehotel.com.br/
Para procurar outros hotéis de sua preferência: http://www.hotel-campinas.com
E para verificar os trajetos para não ficar perdido: http://maps.google.com.br/
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